Ao olhar para os livros, percebo que estes não dão a verdade. Apenas são parte dela.
Colocamos questões à vida e esperamos por uma resposta, porque na essência somos incapazes de atingir a resposta. Apenas questionamos até possuirmos a verdade e no seu paradoxo sabemos que nunca a teremos. É uma tarefa de vida, para a qual nunca teremos conhecimentos total, porque somos feitos da mesma matéria orgânica que tudo o que é perecível.
Alguns de nós morrerão sem saber amar uma mulher, sem nunca ter lido um livro, sem nunca conhecerem quem são... outros irão amar um mulher e irão ter lido livros, mas jamais irão perguntar à vida pela verdade. A única detentora da verdade. Talvez a consigamos encontrar em locais remotos e afastados do mundo, escrevemos o nosso nome na pedra branca da cidadela e se essa for a sua vontade, quando lá voltarmos lá estará.
A verdade surge em momentos estranhos, irónicos por natureza e que nos fazem sorrir. Talvez a nossa morte anunciada seja a bênção que nos faz viver. Talvez um estranho numa viagem de autocarro seja a melhor amiga durante um dia, ou que um estranho a quem pedimos indicações nos olhe como um filho perdido. Se a verdade só pode ser a morte, então há momentos em que morremos e voltamos à vida só para sentir instantes de realidade.
Para perceber a vida é necessário colocar questões. Para perceber metáforas encobertas num texto é necessário perguntar o significado destas, só então compreendemos. Só então vivemos...
Sunday, January 09, 2011
Saturday, December 04, 2010
A conduzir coincidências paradas
Está quieto e vai dormir, tens uma mulher bela à tua espera na cama. São 9 menos um quarto de um sábado e ainda não pregas-te olho desde o meio-dia da sexta-feira preguiçosa, vivida tranquilamente. Está bem, mas deixa-me só acabar este texto e depois vou dormir...
Diálogo interno, que se repete e me aborrece quando a tranquilidade se instala. Não interessa, não interessa mesmo serem 9 da manhã de um sábado e ainda estar acordado, porque hoje sigo as palavras de Byron, hoje não morro mais. Fumo mais um cigarro e mais uma golada na garrafa de whisky que já passa de meio, cria-se algo e mata-se as células nervosas do pensamento, porque esta é a ordem natural da existência. Tal como é o amor entre irmãos que afinal são amigos e entre amigos que afinal são irmãos. Escuta-se atentamente o nascer do sol, cheira-se os raios que incendeiam o céu negro, vê-se a ordem rotineira e matutina do vaivém espacial de passageiros em todas as direcções quanto possam ser transportados, quantas mais houvessem mais perdidos neste mundo tentariam encontrar o seu caminho numa valeta escondida que é esse transporte de alma atroz e penitêncioso quando só apetece é morrer de overdose: tão rápida e dorida como a vida.
Escrevo, porque o amo fazer, é a maior projecção mental dos pensamentos, uma trip de ácidos descarregados em simultâneo. É a última coisa que se poderia fazer, mas é o que faço, porque sinceramente há algo de superior aos esquesitismos apontados e consagrados. Esta é a linha de corte entre a igualdade podre e a verdade dormente. A barriga tem fome, o corpo tem fome, a mente tem fome... de pensamento, de prazer, de carne, de beleza, de conhecimento & de verdade. Cito Thoreau, London... e sou eu, e somos nós todos deste mundo.
Vivam bem!, enquanto eu vou fumar o tabaco dos imortais e já volto...
Diálogo interno, que se repete e me aborrece quando a tranquilidade se instala. Não interessa, não interessa mesmo serem 9 da manhã de um sábado e ainda estar acordado, porque hoje sigo as palavras de Byron, hoje não morro mais. Fumo mais um cigarro e mais uma golada na garrafa de whisky que já passa de meio, cria-se algo e mata-se as células nervosas do pensamento, porque esta é a ordem natural da existência. Tal como é o amor entre irmãos que afinal são amigos e entre amigos que afinal são irmãos. Escuta-se atentamente o nascer do sol, cheira-se os raios que incendeiam o céu negro, vê-se a ordem rotineira e matutina do vaivém espacial de passageiros em todas as direcções quanto possam ser transportados, quantas mais houvessem mais perdidos neste mundo tentariam encontrar o seu caminho numa valeta escondida que é esse transporte de alma atroz e penitêncioso quando só apetece é morrer de overdose: tão rápida e dorida como a vida.
Escrevo, porque o amo fazer, é a maior projecção mental dos pensamentos, uma trip de ácidos descarregados em simultâneo. É a última coisa que se poderia fazer, mas é o que faço, porque sinceramente há algo de superior aos esquesitismos apontados e consagrados. Esta é a linha de corte entre a igualdade podre e a verdade dormente. A barriga tem fome, o corpo tem fome, a mente tem fome... de pensamento, de prazer, de carne, de beleza, de conhecimento & de verdade. Cito Thoreau, London... e sou eu, e somos nós todos deste mundo.
Vivam bem!, enquanto eu vou fumar o tabaco dos imortais e já volto...
Sunday, November 07, 2010
Incompleto
Vidas...
O limbo permanente entre a decisão, porque no fundo é isso mesmo que a vida é, um conjunto de decisões que aprendemos a viver. Vivemos todos numa desgraça com muito de vitima, em que gostamos de acreditar que não detemos qualquer poder sobre o destino. Somos as peças de xadrez, as primeiras a caír, os peões que nunca decidem nada. Acordamos adormecidos, vivemos adormecidos, voltamos a adormecer adormecidos. Há sorrisos que se trocam, há outros que apenas visualizamos e que gostariamos de ter a coragem de os exprimir. Porque somos reprimidos, embora gostemos de pensar que somos livres. Ahh, grande Goethe, o verdadeiro erudito que afirmou que os maiores escravos são aqueles que acreditam que são livres. Livres? Como se essa palavra existisse de alguma forma no tempo, no espaço, na realidade...
Todos os dias são uma recriação fantástica da obra de Sam Mendes, todos os dias são uma beleza americana. Todos os dias as mulheres sentem-se reprimidas no casamento que vivem e querem ter um pouco de aventura, todos os dias o ponto alto dos homens é quando no banho se masturbam e de seguida respiram bem fundo para viverem mais um dia no inferno, todos os dias os adolescentes são apanhados numa rede à qual lhes escapa o controlo e vivem a boiar num mar demasiado agitado para eles. Todos os dias, todos os dias, todos os dias...
Prometemos fazer coisas novas, caímos na ilusão de que daqui a 2 anos é que vamos viajar, que daqui a 1 ano começamos a ter uma vida melhor. Promessas vãs, como o fumo de uma jarra de incenso que se balança no ar...
O limbo permanente entre a decisão, porque no fundo é isso mesmo que a vida é, um conjunto de decisões que aprendemos a viver. Vivemos todos numa desgraça com muito de vitima, em que gostamos de acreditar que não detemos qualquer poder sobre o destino. Somos as peças de xadrez, as primeiras a caír, os peões que nunca decidem nada. Acordamos adormecidos, vivemos adormecidos, voltamos a adormecer adormecidos. Há sorrisos que se trocam, há outros que apenas visualizamos e que gostariamos de ter a coragem de os exprimir. Porque somos reprimidos, embora gostemos de pensar que somos livres. Ahh, grande Goethe, o verdadeiro erudito que afirmou que os maiores escravos são aqueles que acreditam que são livres. Livres? Como se essa palavra existisse de alguma forma no tempo, no espaço, na realidade...
Todos os dias são uma recriação fantástica da obra de Sam Mendes, todos os dias são uma beleza americana. Todos os dias as mulheres sentem-se reprimidas no casamento que vivem e querem ter um pouco de aventura, todos os dias o ponto alto dos homens é quando no banho se masturbam e de seguida respiram bem fundo para viverem mais um dia no inferno, todos os dias os adolescentes são apanhados numa rede à qual lhes escapa o controlo e vivem a boiar num mar demasiado agitado para eles. Todos os dias, todos os dias, todos os dias...
Prometemos fazer coisas novas, caímos na ilusão de que daqui a 2 anos é que vamos viajar, que daqui a 1 ano começamos a ter uma vida melhor. Promessas vãs, como o fumo de uma jarra de incenso que se balança no ar...
Wednesday, October 27, 2010
Donum Ira
Há um determinado sentido de controlo quando nos encontramos fechados dentro da nossa cabeça, trancados nos nossos pensamentos, que deambulam pela mente como fumo de cigarro pelo ar numa noite fria de inícios de primavera. Hemmingway escreveu que um escritor não se senta à frente de uma máquina e escreve, um escritor pega numa caneta e sangra. Um pensador nem sequer produz algo, apenas sangra até ficar seco como um cadáver sentado na sua poltrona enquanto devora whisky e fuma cachimbo. Curiosamente há mais vida nisso, do que propriamente em andar tão inseguramente pela vida que se bate com a cabeça nas paredes e se continua a caminhar até um deles ceder primeiro.
Quando escrevo há sempre uma certa luxuria envolvida, algum objecto de fascínio e é fácil criar um, contudo não o considero suficiente, porque a minha escrita é um tanto sombria para se dar ao prazer de apenas ser rodeada por um objecto, por um único actor principal. A minha escrita é como uma mulher nua deitada em cima de uma cama de lençóis brancos, que lhe tocam levemente nas pernas, com os lábios carregados de um batôm vermelho e com o cabelo a esvoaçar pela entrada de ar de uma noite amena. É o olhar que penetra na alma como veneno, são os redondos seios que por si só são um facto de admiração, é todo o corpo que parece ter sido moldado perfeitamente como a magistratura principal do quadro, de fundo escuro e apenas um holofote sobre essa deusa. Estilo Caravagio. Negra e profundo, poderosa e acolhedor. É uma serpente que me deixa viciado no perfume do seu veneno.
Numa simples frase descrevo a minha escrita, o meu ser, o meu pensamento. Nos anos 60 Malcolm X disse que a raiva era uma dádiva. Tal como é a raiva é a dor, porque uma não coexiste sem a outra. A dor é uma dádiva. Pode-nos destruir, mas deixemos que ela cresça dentro de nós, canalizando-a e deixando-a crescer e verão que algo de verdadeiramente poderoso acontece. É um veneno, é uma mulher negra de lábios pintados de vermelho numa noite de sonhos...
Quando escrevo há sempre uma certa luxuria envolvida, algum objecto de fascínio e é fácil criar um, contudo não o considero suficiente, porque a minha escrita é um tanto sombria para se dar ao prazer de apenas ser rodeada por um objecto, por um único actor principal. A minha escrita é como uma mulher nua deitada em cima de uma cama de lençóis brancos, que lhe tocam levemente nas pernas, com os lábios carregados de um batôm vermelho e com o cabelo a esvoaçar pela entrada de ar de uma noite amena. É o olhar que penetra na alma como veneno, são os redondos seios que por si só são um facto de admiração, é todo o corpo que parece ter sido moldado perfeitamente como a magistratura principal do quadro, de fundo escuro e apenas um holofote sobre essa deusa. Estilo Caravagio. Negra e profundo, poderosa e acolhedor. É uma serpente que me deixa viciado no perfume do seu veneno.
Numa simples frase descrevo a minha escrita, o meu ser, o meu pensamento. Nos anos 60 Malcolm X disse que a raiva era uma dádiva. Tal como é a raiva é a dor, porque uma não coexiste sem a outra. A dor é uma dádiva. Pode-nos destruir, mas deixemos que ela cresça dentro de nós, canalizando-a e deixando-a crescer e verão que algo de verdadeiramente poderoso acontece. É um veneno, é uma mulher negra de lábios pintados de vermelho numa noite de sonhos...
Sunday, October 17, 2010
P. Vo.1
A profunda dor no peito que se sente
Sempre que nos sentimos sós,
Oh, que tormento, que desavença do espirito
Que não me deixa sonhar hoje
A solidão, que marca o tic tac do cúcu
O esvoaçar que nos indica
Q' a mais nobre das almas
Voará para sempre, e não regressará
Mas isto é viver
Chorar, rir, sentir, respirar e morrer
Não há que temer a solidão, pois...
Só lá os lobos que alimentamos nascem
Sempre que nos sentimos sós,
Oh, que tormento, que desavença do espirito
Que não me deixa sonhar hoje
A solidão, que marca o tic tac do cúcu
O esvoaçar que nos indica
Q' a mais nobre das almas
Voará para sempre, e não regressará
Mas isto é viver
Chorar, rir, sentir, respirar e morrer
Não há que temer a solidão, pois...
Só lá os lobos que alimentamos nascem
Saturday, October 09, 2010
A dor é um prazer
A dor. O que é? Falando em termos científicos é uma reacção química do cérebro, mas honestamente desde quando é que alguém quer saber do cientifico? Dor & Prazer andam mutuamente de mãos dadas, como dois meninos homossexuais, sem os quais não poderíamos passar. Lógico, que quem ler isto vai dizer que odeia a dor, mas a verdade é que quando não a têm vão procura-la, eu sou o clássico exemplo disso mesmo. Nada, mas nada neste mundo me pode causar tamanha dor como aquela de que quando escrevo, e mesmo assim todos os dias pego numa caneta e num papel e escrevo. Cada vez que começo a escrever sou Miguel Ângelo a pintar a cúpula da capela sistina, quase um deus. Mas só aqueles que escrevem através da dor é que irão perceber o que eu digo, não há nada pior do que abrir a tampa de uma caneta, folhear o bloco até uma página em branco e não vir nada à cabeça. Nada. Vazio total e completo. Sentimo-nos estúpidos, tão estúpidos como os cães que cheiram o rabo uns aos outros, cada vez que tento escrever e não sou capaz de escrever cinco linhas com o mínimo de sentido sou um cão a cheirar o rabo a outro.
Há quem escreva por alegria, simplesmente não sou capaz... As mulheres são escritoras fantásticas comparadas a qualquer ser que tenha um apêndice proeminente no meio das pernas. É algo que não consigo perceber, mas escrevem com uma facilidade incrível, elas não precisam de todos os dias escrever alguma coisa e eu preciso, nem que seja um post-it no frigorífico a dizer "Mãe não venho jantar". Podem passar meses sem escrever, mas quando o fazem imprimem-lhe uma poetização e uma beleza, que para eu o conseguir tenho suar das palmas das mãos e tomar dois Xanax's para me acalmar, ou então só irei conseguir dormir daí a duas semanas.
Eu sei que escrevo bem, mas não é um dom, para quem me conhece basta olhar para o meu dedo médio da mão direita e vão perceber o porquê de eu ser um Miguel Ângelo a pintar o Vaticano de mulheres nuas enquanto escrevo.
Há quem escreva por alegria, simplesmente não sou capaz... As mulheres são escritoras fantásticas comparadas a qualquer ser que tenha um apêndice proeminente no meio das pernas. É algo que não consigo perceber, mas escrevem com uma facilidade incrível, elas não precisam de todos os dias escrever alguma coisa e eu preciso, nem que seja um post-it no frigorífico a dizer "Mãe não venho jantar". Podem passar meses sem escrever, mas quando o fazem imprimem-lhe uma poetização e uma beleza, que para eu o conseguir tenho suar das palmas das mãos e tomar dois Xanax's para me acalmar, ou então só irei conseguir dormir daí a duas semanas.
Eu sei que escrevo bem, mas não é um dom, para quem me conhece basta olhar para o meu dedo médio da mão direita e vão perceber o porquê de eu ser um Miguel Ângelo a pintar o Vaticano de mulheres nuas enquanto escrevo.
Monday, April 05, 2010
Transit Gloria Mundi
Não é muita, mas é alguma.
Vou tentar o impossível, transferir para texto com a mesma clareza com que penso. Julgo estar mais uma vez perante uma tarefa impossível, sempre...
Vive de acordo com os teus medos, não para que eles te parem, mas sim para que os consigas vencer e vive sempre a um passo mais próximo do precipício. Fala, sê o mais sociável que possas ser. Acredita quando te digo que a experiência mais gratificante que se pode ter é a de partilhar, não há nada com partilhar os nossos sentimentos com alguém, principalmente se é alguém que nos tem bastante significado. Contudo sê verdadeiro, diz sempre aquilo que pensas, mesmo que tal possa ofender os outros, é melhor isso do que não seres verdadeiro contigo próprio. Leva a honestidade até ao limite, é parte de ti, é o que tu és e acredita que é uma arma muito mais poderosa do que qualquer jogo de espelhos que possas usar.
O maior erro da minha vida? Foi o de ter levado quase 20 anos a vida demasiado a sério. Erra, sem medo, sem olhar para as consequências ou chorar aquilo que se perdeu no processo, aprende-se a errar, só assim conhecemos o verdadeiro caminho, porque apesar de ténue há uma grande diferença entre caminhar e apenas conhecer o caminho. Sê orgulhoso do que és, porque todo o direito do mundo te assiste. Não leves as pessoas demasiado a sério e não tomes as suas acções como agressões ao que és, porque nós nada somos e no fundo somos tudo. Sorri, porque é a arma mais sedutiva que podes ter, não há nada como sorrir apenas porque se está feliz. Falando em feliz... a felicidade não é algo exterior, é algo interior, algo que ao contrário do que as pessoas te dizem pode ser permanente, pois basta quereres. E quanto ao levar a vida demasiado a sério... considero que apenas os homens muito sábios ou os idiotas é que o fazem. E como eu sou um mero aprendiz da vida, e já deixei de ser idiota à muito tempo, aprendo a viver a vida porque é a coisa mais importante que tenho e também a única que tenho. "SIC TRANSIT GLORIA MUNDI", e assim se vai a glória do mundo... com um sorriso na cara, sempre!
Vou tentar o impossível, transferir para texto com a mesma clareza com que penso. Julgo estar mais uma vez perante uma tarefa impossível, sempre...
Vive de acordo com os teus medos, não para que eles te parem, mas sim para que os consigas vencer e vive sempre a um passo mais próximo do precipício. Fala, sê o mais sociável que possas ser. Acredita quando te digo que a experiência mais gratificante que se pode ter é a de partilhar, não há nada com partilhar os nossos sentimentos com alguém, principalmente se é alguém que nos tem bastante significado. Contudo sê verdadeiro, diz sempre aquilo que pensas, mesmo que tal possa ofender os outros, é melhor isso do que não seres verdadeiro contigo próprio. Leva a honestidade até ao limite, é parte de ti, é o que tu és e acredita que é uma arma muito mais poderosa do que qualquer jogo de espelhos que possas usar.
O maior erro da minha vida? Foi o de ter levado quase 20 anos a vida demasiado a sério. Erra, sem medo, sem olhar para as consequências ou chorar aquilo que se perdeu no processo, aprende-se a errar, só assim conhecemos o verdadeiro caminho, porque apesar de ténue há uma grande diferença entre caminhar e apenas conhecer o caminho. Sê orgulhoso do que és, porque todo o direito do mundo te assiste. Não leves as pessoas demasiado a sério e não tomes as suas acções como agressões ao que és, porque nós nada somos e no fundo somos tudo. Sorri, porque é a arma mais sedutiva que podes ter, não há nada como sorrir apenas porque se está feliz. Falando em feliz... a felicidade não é algo exterior, é algo interior, algo que ao contrário do que as pessoas te dizem pode ser permanente, pois basta quereres. E quanto ao levar a vida demasiado a sério... considero que apenas os homens muito sábios ou os idiotas é que o fazem. E como eu sou um mero aprendiz da vida, e já deixei de ser idiota à muito tempo, aprendo a viver a vida porque é a coisa mais importante que tenho e também a única que tenho. "SIC TRANSIT GLORIA MUNDI", e assim se vai a glória do mundo... com um sorriso na cara, sempre!
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