Sexta Feira, 29 de Setembro, 22:43
Duas semanas, duas semanas desde o dia que foi marco para começar tudo outra vez. Hoje foi um dia bom, acordar á hora de sempre, passar o dia na escola, treino, voltar a casa e escrever uma vez mais. A verdade é que agora que estamos de volta á escola, com 4 horas por dia, ter que estudar matéria, implicarem com os alunos á base da marretada, treinos e chegar a casa ao fim do dia, não são propriamente os melhores condimentos para a receita soberba de um texto em potência. Chega-se ao final de um dia e verdade seja dita, que ver uma séria de terceira categoria ou um jogo na "Station 2" sempre caíem melhor que ter que escrever. O estafermo cansaço é um dos motivos, mas outros como a falta de ideias também o é. Quer dizer, as ideias até surgem mas quando nos tentam limitar a imiganação ao máximo torna-se dificil chegar ao blogger.com e ter um tema em condições para se escrever.
Este ano não tive muita sorte nos "sô dotores" que me saíram na lotaria. Uma tem a mania que é um monte de cultura ambulante, quando no fundo apenas é...vocês sabem, uma outra criatura parece ter saído de uma daquelas sérias á lá "Beverly Hills 00974542". No fundo todas partilham uma coisa interessantissima, a arrogância que tanto geito dá em meter medo aos alunos atacando-os nos seus medos para se portarem que nem robots. É uma tristeza terem passado do famoso método de palmada no rabo para o control psicológico, diga-se que este último é bem mais eficaz. Ainda tive uns anitos de levar o famoso tau-tau, a mim nunca me aconteceu mas sou testemunha de alguns casos. Agora é a treta do já serem crescidos o suficientes para se portarem em condições se não cartinha para casa.
Eficaz? Sem dúvida, pois ataca o local onde a grande maioria dos estudantes são mais permeáveis: os pais e a escola. Não fosse o Zé Manel mais inteligente e passa-se a ir ver a caixa do correio todos os dias, por esta hora já fuzilado estaria pelos seus progenitores. Enquanto toda esta parfenália de conspirações nas costas do paizinhos o respectivo "sô dotor" aguarda pacientemente para "espancar" o miudo á frente do irado pai. Depois lá anda o Zé Manel muito aborrecido, agora já não pode ver Morangos com Açucar, nem passar horas agarrado á net em fotologs e pornografia, já para não falar dos almoços entre colegas e as saídas a meio da tarde com a sua mais que tudo, a Gisela.
Coitado do Zé Manel, os dotores bem lhe dão cabo da vida, tudo porque mandou uma piada para o ar. Politicas, educação, politicamente correcto, formalidades ou banalidades. Não dá para entender, quer dizer para muita gente é claro que assim é que é bom, para muitas PESSOAS enquanto não se entender que com este sistema não se ensina nada mas decora-se tudo nada será feito. Por isso mesmo é que nunca deixo a escola interferir com a minha educação e com a minha maneira de pensar. Abrir os olhos era um principio.
23:10, texto acabado. Alta probabilidade de existirem erros, visto eu não me dar ao trabalho de rever.
Friday, September 29, 2006
Tuesday, September 26, 2006
Pausa para almoço
Friday, September 22, 2006
Alguém soube?

Terei sido eu o único a me ter apercebido que hoje dia 22 de Setembro foi o dia Europeu sem carros, porque ao que parece fui mesmo o único. Primeiro que chegue á escola 7 minutos preso no transito que atravessava a cidade de um lado ao outro, para saír da escola outros tantos que mais uma vez varria parte da área escolar. Enfim, não que eu tenha o meu veículo de quatro rodas, mas mesmo assim hoje entrei fortemente em contradição, o incrivel é que ninguem soube. Depois "ah e tal que o tempo anda alterado", olha muito obrigado mostras-te ser uma criatura precoce!! Não olhemos por este planeta que depois quero ver o que há-de ser de nós.
Wednesday, September 20, 2006
Não gostam? Azar, também não gosto e aturo-vos
Depois de passar alguns dias sem grande vontade de escrever, decidi que hoje era o dia. Agora isto para actualizar os Ases Perdidos com regularidade torna-se cada vez mais díficil, três horas por semana de instituto de inglês, dois dias de capoeira e outros tantos de ginásio, um horário ridiculamente repartido come-nos por dentro e ficamos sem grandes vontades de nos arrastarmos até aqui e dar a quem visita uns textos maneirinhos. Perguntem-me porquê mas sinceramente não sei o porquê de andar meio em baixo, a volta ás aulas é um hipotese bastante concreta que deve de ser analisada cuidadosamente.
Com as aulas cada vez temos menos tempo para procurar temas sobre que escrever, torna-se virtualmente impossivel devido ao pesado horário e quando um individuo chega a casa a vontade de escrever não é assim muito grande. Eu sempre disse que a vida era feita de altos e baixos, hoje está-se no topo com amanhã podes começar uma queda vertiginosa em direcção ao desconhecido. Sinto que me falta alguma coisa, o quê não sei mas não está tudo no seu devido lugar isso não. Uma pessoa torna-se mais ou menos virtuosa com o nivel de paciência que dela é exigido, eu por esta hora e seguindo esta lógico devo de ser das pessoas com mais paciência e mais passividade no que toca á sua vida que conheço.
Hoje em casa dos meus avós observei uma fotografia minha, deveria de ter os meus 4 anos, era um puto engraçado. Hoje olho e consigo me apereceber claramente que sempre um gajo metido para si mesmo, nunca confiei em muitas pessoas, não por ser desconfiado mas por instinto. Até aos meus 6 anos, ano em que entrei para a escola, passava os dias com o meu avô, raramente tinha relações de conhecimento com outros petits da minhas idade. Hoje sou uma pessoa diferente, mau era se assim não o fosse. Agora sei o que me rodeia, aprendi muita coisa á custa de erros, uns com grande impacto outros com pouco. Sinto falta desses dias em que tudo era inocente e era um mar de rosas em que não haviam sequer grandes preocupações se é que estas existiam. Hoje temos que saber as palavras que se diz para não se caír num potêncial erro, hoje temos que ter atenção ao que nos rodeia, temos que ter paciência e não saber se a perseverânça sempre escolhe os mais sagazes.
Mas, isto não é coisa recente, sempre foi assim. Na infância sempre foi muito bom, á medida de cada uma, - eu em particular não me posso queixar -, depois chega uma fase em que não sabemos bem o que fazemos, não damos contas dos erros e no fundo somos uns humanos com muito pouco disso mesmo. Mais tarde ou mais cedo chegamos ao ponto em que começamos a ter preocupações, começamos a ter que fazer pelas coisas se as quisermos e sem saber se as iremos alcançar. Isto é uma fase que era de bom tom que todos lá por lá passassem, uns não passam mas nem todos podemos ser iguais. As diferenças acontecem, podemos dar ou não conta destas, mas verdade é que elas acontecem e normalmente têm certos efeitos em nós que nem sempre são agradáveis.
Este assemelha-se a um tipico texto em fase de aulas, não tenho paciência para aturar metade das merdas que acontecem no nosso canteiro de felicidade estúpida, leia-se escola. Não tenho paciência para aturar eruditos sábios que não sabem a ponta de um corno para ensinar outros, isto porque não é com grandes notas que as pessoas se formam, a formação não pode ser imposta como ainda se teima em fazer. Não tenho paciência muito menos para grande parte das criaturas que deambulam nos intervalos sem saber o seu rumo, digo grande maioria para não dizer todos. Não sabem o que querem da vida, querem é ter os holofotes virados para as suas cabeças empastadas de cultura de casa de banho. Começo a perder a paciência em passar os intervalos de phones colocados nos ouvidos. Não quero parecer arrogante nem mal educado, coisa que não sou, mas cada vez que penso que vai ser este o futuro do mundo só me dá vontade de me encarcerar numa arca frigorifica e acordar daqui a uns milhares de anos para ver se certas criaturas alieginas já tem mais qualquer coisa sem ser o que todos os humanos querem, protagonismo.
Com as aulas cada vez temos menos tempo para procurar temas sobre que escrever, torna-se virtualmente impossivel devido ao pesado horário e quando um individuo chega a casa a vontade de escrever não é assim muito grande. Eu sempre disse que a vida era feita de altos e baixos, hoje está-se no topo com amanhã podes começar uma queda vertiginosa em direcção ao desconhecido. Sinto que me falta alguma coisa, o quê não sei mas não está tudo no seu devido lugar isso não. Uma pessoa torna-se mais ou menos virtuosa com o nivel de paciência que dela é exigido, eu por esta hora e seguindo esta lógico devo de ser das pessoas com mais paciência e mais passividade no que toca á sua vida que conheço.
Hoje em casa dos meus avós observei uma fotografia minha, deveria de ter os meus 4 anos, era um puto engraçado. Hoje olho e consigo me apereceber claramente que sempre um gajo metido para si mesmo, nunca confiei em muitas pessoas, não por ser desconfiado mas por instinto. Até aos meus 6 anos, ano em que entrei para a escola, passava os dias com o meu avô, raramente tinha relações de conhecimento com outros petits da minhas idade. Hoje sou uma pessoa diferente, mau era se assim não o fosse. Agora sei o que me rodeia, aprendi muita coisa á custa de erros, uns com grande impacto outros com pouco. Sinto falta desses dias em que tudo era inocente e era um mar de rosas em que não haviam sequer grandes preocupações se é que estas existiam. Hoje temos que saber as palavras que se diz para não se caír num potêncial erro, hoje temos que ter atenção ao que nos rodeia, temos que ter paciência e não saber se a perseverânça sempre escolhe os mais sagazes.
Mas, isto não é coisa recente, sempre foi assim. Na infância sempre foi muito bom, á medida de cada uma, - eu em particular não me posso queixar -, depois chega uma fase em que não sabemos bem o que fazemos, não damos contas dos erros e no fundo somos uns humanos com muito pouco disso mesmo. Mais tarde ou mais cedo chegamos ao ponto em que começamos a ter preocupações, começamos a ter que fazer pelas coisas se as quisermos e sem saber se as iremos alcançar. Isto é uma fase que era de bom tom que todos lá por lá passassem, uns não passam mas nem todos podemos ser iguais. As diferenças acontecem, podemos dar ou não conta destas, mas verdade é que elas acontecem e normalmente têm certos efeitos em nós que nem sempre são agradáveis.
Este assemelha-se a um tipico texto em fase de aulas, não tenho paciência para aturar metade das merdas que acontecem no nosso canteiro de felicidade estúpida, leia-se escola. Não tenho paciência para aturar eruditos sábios que não sabem a ponta de um corno para ensinar outros, isto porque não é com grandes notas que as pessoas se formam, a formação não pode ser imposta como ainda se teima em fazer. Não tenho paciência muito menos para grande parte das criaturas que deambulam nos intervalos sem saber o seu rumo, digo grande maioria para não dizer todos. Não sabem o que querem da vida, querem é ter os holofotes virados para as suas cabeças empastadas de cultura de casa de banho. Começo a perder a paciência em passar os intervalos de phones colocados nos ouvidos. Não quero parecer arrogante nem mal educado, coisa que não sou, mas cada vez que penso que vai ser este o futuro do mundo só me dá vontade de me encarcerar numa arca frigorifica e acordar daqui a uns milhares de anos para ver se certas criaturas alieginas já tem mais qualquer coisa sem ser o que todos os humanos querem, protagonismo.
Acontece cada uma...
Há certas coisas que acontecem mesmo uma vez na vida, a alguns esse momento é bom para outros é grandioso. Não sou muito uma pessoa que vive para o dinheiro, mas isto é algo de simplesmente fenomenal, para este australiano foi sem dúvida uma dádiva caída do céu. Depois ainda dizem que milagres não acontecem.
O que se passou foi que um determinado senhor australiano ganhou um carro num popular jogo da raspadinha versão australiana. Ora isto não acontece todos os dias e então uma televisão local decidiu fazer uma reportagem do acontecimento tão insólito. Eles tentaram recrear a cena do senhor a ir raspar a dita cuja e simular que lhe saíu o carro, eis que o imprevisto acontece!!
O que se passou foi que um determinado senhor australiano ganhou um carro num popular jogo da raspadinha versão australiana. Ora isto não acontece todos os dias e então uma televisão local decidiu fazer uma reportagem do acontecimento tão insólito. Eles tentaram recrear a cena do senhor a ir raspar a dita cuja e simular que lhe saíu o carro, eis que o imprevisto acontece!!
Monday, September 18, 2006
5 perguntas no inicio de aulas...
Hoje dia 18 de Setembro começaram as aulas e como bom cidadão que sou, ou tento ser, já tenho aqui umas perguntinhas para quem as conseguir responder:
1- Será por algúm motivo em concreto que meteram a minha turma a ter aulas nos pré-fabricados?
2- Será que a ministra da educação visitou o meu blog e para se vingar meteu a minha turma numa sala em condições precárias e com deficiências nas estruturas?
3- Porque raio me sinto completamente deslocado no meio de tanta criançada?
4- Alguma razão em especial para o inicio escolar ter começado mal?
5- Será que vai acontecer alguma coisa de especial que transforme um ano com potencialidade de ser um dos piores de sempre num ano "bom"?
Aqui estão as minhas dúvidas, aquela da Ministra se ter vingado de mim continua a ser a mais plausivel de todas as questões aqui levantadas.
1- Será por algúm motivo em concreto que meteram a minha turma a ter aulas nos pré-fabricados?
2- Será que a ministra da educação visitou o meu blog e para se vingar meteu a minha turma numa sala em condições precárias e com deficiências nas estruturas?
3- Porque raio me sinto completamente deslocado no meio de tanta criançada?
4- Alguma razão em especial para o inicio escolar ter começado mal?
5- Será que vai acontecer alguma coisa de especial que transforme um ano com potencialidade de ser um dos piores de sempre num ano "bom"?
Aqui estão as minhas dúvidas, aquela da Ministra se ter vingado de mim continua a ser a mais plausivel de todas as questões aqui levantadas.
Sunday, September 17, 2006
Eu, o ensino no Jornal de Noticias
Aqui está o meu momento na página do Jornal de Noticias, texto sobre o estado do Ensino em Portugal. No fundo qualquer gajo pode escrever para lá, mas sempre posso dizer que faço parto do "restrito" clube dos escritores do JN.
Não levem este post muito a sério, foi só para me inchar um bocadinho o ego.
http://jn2.sapo.pt/seccoes/mensagem.asp?99047
Não levem este post muito a sério, foi só para me inchar um bocadinho o ego.
http://jn2.sapo.pt/seccoes/mensagem.asp?99047
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